segunda-feira, 4 de abril de 2011

Dever de casa do meu irmão

Um camponês se aproxima dos prédios e casas destruídos. Sua primeira vez na cidade o faz pensar em como queria ter feito isso antes... antes do ocorrido. Nunca tinha ido ao mar... pois então o mar veio até seu destino e engoliu o que via pela frente. Tinha visto apenas terra em sua vida... pois então a terra abalou-se e tremeu até engolir o que via pela frente.
O que escutava naquela hora eram números, apenas números. Pensava que quando chegasse na metrópole ouviria pops, rocks e aquela modernidade musical. O que ouviu? Marchas fúnebres. Então, ele cerrou os olhos, já cerrados pela genética, e chorou.

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